segunda-feira, 22 de abril de 2013

O que é legalismo?

        No cristianismo, o legalismo é o uso excessivo e inadequado da lei (10 mandamentos, as leis de santidade, etc). Este legalismo pode assumir diferentes formas. A primeira é quando uma pessoa tenta manter a lei, a fim de alcançar a salvação. A segunda é quando uma pessoa mantém a lei, a fim de manter a sua salvação. O terceiro é quando um dos juízes cristãos outros cristãos para não manter certos códigos de conduta que ele acha que precisam ser observados. Vamos examinar mais de perto cada um.O primeiro tipo de legalismo é o lugar onde a lei de Deus é mantido, a fim de alcançar a salvação. Esta é uma heresia, uma completamente falsa doutrina. Nós não somos capazes de alcançar a salvação por nosso cumprimento da lei. Rom. 3:28, "Para nós, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei. Rom. 4:05:" Mas a quem não trabalha, mas crê naquele que justifica o ímpio, sua fé lhe é contada como justiça. "Gal. 2:21, "Eu não anula a graça de Deus, pois, se a justiça vem mediante a lei, logo Cristo morreu em vão." Simplesmente não é possível manter a lei o suficiente para ser salvo. Portanto, para tentar ganhar a salvação através de nossos esforços é um falso ensino. É tão ruim que aqueles que sustentam que não podem ser cristãos, uma vez que seria negar a salvação pela graça através da fé.O segundo tipo de legalismo é o lugar onde uma pessoa tenta manter ou manter sua salvação guardando a lei. Esta é também uma falsa doutrina. Nós recebemos a nossa salvação pela fé (Ef 2:8-9), e não por nossa capacidade de ser bom, porque ninguém faz o bem (Rm 3:10-12). Como Rom. 3:28, 4:05 e Gal. 02:21 mostram claramente, que estamos justificados pela fé, não pela fé e obras. Além disso, há advertências rigorosas sobre a tentativa de manter a lei, a fim de manter a salvação: Gal. 3:10, "Pois todos quantos são das obras da lei estão debaixo de maldição, pois está escrito:". Maldito todo aquele que não cumprir todas as coisas escritas no livro da lei, para realizá-las " E Tiago 2:10: "Porque qualquer que guardar toda a lei, mas tropeça em um só ponto, tornou-se culpado de todos." Assim, se uma pessoa está buscando ser ou salvo por suas obras (Lei) ou manter sua salvação por suas obras (Lei), então ele tem a obrigação de manter tudo isso, e se não acontecer, então ele é culpado diante de Deus. Além disso, considere as palavras de Jesus em Mateus. 7:22-23: "Muitos me dirão naquele dia: 'Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres?' 23" E, em seguida, Eu lhes direi: "Eu nunca vos conheci; afastar-me, vós que praticais a iniqüidade." Jesus condena-los porque eles estavam apelando para a sua salvação com base em sua fé e fazer o bem. Por isso, deve ser óbvio que nós não mantemos a nossa salvação por nossos esforços.O último tipo de legalismo, onde um cristão mantém certas leis e considera os outros cristãos que não mantêm o seu nível de santidade com desprezo, é um problema freqüente na igreja. Agora, queremos deixar claro que todos os cristãos devem abster-se de fornicação, adultério, pornografia, mentir, roubar, etc cristãos têm o direito de julgar a espiritualidade de outros cristãos nestas áreas onde a Bíblia fala claramente. Mas, nas áreas discutíveis é preciso ter mais cuidado, e é aí que o legalismo é mais difícil de definir. Rom. 14:1-12 diz que não devemos julgar nossos irmãos em questões discutíveis. Uma pessoa pode comer certos tipos de alimentos, onde outro não. Uma pessoa pode adorar em um determinado dia em que o outro não pode. É-nos dito para deixar cada pessoa ser convicto em sua própria mente (Rom. 14:05). Enquanto a nossa liberdade não viola as Escrituras, então tudo deve estar bem.

por Matt Slick

Fonte: http://carm.org/what-is-legalism

 

Criação Vs. Evolução: Dias da Criação


http://ap.lanexdev.com/user_images/image/rr/2012/Days-of-Genesis-1-Literal-DM2.png


Como você sabe que os "dias" de Gênesis 1, foram Literal?
 

por Dave Miller, Ph.D.


 


Há várias razões lingüísticas que demonstram que o "dia" em Gênesis 1 refere-se a um dia normal (Lyons, 2001). Há também razões científicas para tirar a mesma conclusão. Uma indicação é a presença de simbiose na ordem criada. A simbiose é definido como "a relação entre duas espécies diferentes de organismos que são interdependentes; cada benefícios ganhos do outro" ("Symbiosis", sd). Mutualism é uma forma de simbiose em que tanto as espécies de benefícios. Muitos relacionamentos mutualistas são obligative, isto é, nenhuma das espécies pode viver sem o outro. Por exemplo, a planta da mandioca e traça Yucca são completamente dependentes uns dos outros para sobreviver. A planta da mandioca é incapaz de polinizar-se para crescer mais sementes e se reproduzir. Depende especificamente sobre a traça da mandioca para a polinização. A mariposa depende especificamente na planta Yucca para fornecer os meios para eclodir novas traças. Os dois foram claramente projetados para funcionar em conjunto. Mas de acordo com o relato de Gênesis, as plantas foram feitas no dia 3, enquanto os insetos foram criados nos dias 5-6. Assim, a traça ea planta teve que vir a existir na proximidade temporal. Não poderia ter sido separado por milhões de anos. Nem poderiam ter "co-evoluído", um sentido, a noção absurda que não leva em conta a necessidade inerente e irredutível de mutualismo, desde o início da existência de cada organismo.


Fonte : apologética Imprensa
230 Landmark unidade
Montgomery, Alabama 36117
U.S.A.
Telefone (334) 272-8558

http://www.apologeticspress.org

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Falsificações da Verdade

                                                                                Por: Martyn Lloyd-Jones (1899-1981)
  
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Temos vivido dias enganosos. Muitos têm sido enganados por falsificações, por fatos que aparentemente são reais, a tal ponto que, por eles, vão às ultimas conseqüências. Mas não são verdadeiros, são falsos, e esta é uma característica do diabo, de satanás, o pai da mentira, o pai da falsificação. E neste contexto as seitas são exatamente o que aparenta ser verdadeiro, e por isso têm enganado a tantos. Como diagnosticar estas seitas?

Primeiro, seria bom dizer que o surgimento de seitas no meio dos evangélicos é demonstração de que a Igreja não está bem. Muitos estão com problemas graves e têm procurado a Igreja, mas não têm visto solução para si mesmos; creio que aqui deva ser colocado o tradicionalismo evangélico, a ortodoxia (que, diga-se de passagem, é necessária) morta, a superficialidade cristã, a falta de conversão verdadeira, o comodismo, tudo isso tem feito as pessoas buscarem outro aconchego.

No entanto é fato real que a grande maioria das pessoas está em busca de solução para os seus problemas, uma vida melhor, vida de paz, sem problemas, sem doença, mas são avessas às exortações, às recomendações de santificação; estão buscando pão como nos dias de Jesus. "Vós Me procurais não porque vistes sinais, mas porque comeste dos pães e vos fartastes" (Jo 6:26). Aqui é que entra a seita, pois ela oferece ao povo exatamente aquilo que ele necessita (quer). E se você repreende alguém, recebe esta advertência: "Veja o bem que estou recebendo! Se me faz bem, deve ser de Deus!" Ou seja, se traz sucesso, solução, fez-me mudar de vida e traz felicidade, deve ser de Deus.

É exatamente aí que satanás arma sua cilada e já tem dominado muitas vidas. Lembrem-se que muitas organizações que ridicularizam o cristianismo podem ajudar as pessoas e fazê-las felizes. Lembro aqui os psiquiatras e psicólogos ateus. Eles podem trazer resultados muito bons, sem nada de orientação cristã. O próprio espiritismo tem trazido solução para muitas vidas; a yoga, o pensamento positivo e outros. Se você acha que tudo o que traz o bem pessoal é de Deus, saiba que já está caído diante do diabo.

Como saber então se é de Deus? Como diagnosticar o problema?

Seria bom inicialmente afirmar que o que importa ao homem não é o que ele sente, mas o seu relacionamento com Deus. Qualquer orientação que me faça ficar satisfeito, quando a minha relação com Deus está ruim, isto é do diabo. Era esta a situação dos fariseus.
 

Mas há outros testes práticos que gostaria de colocar.

O modo como vem a "bênção". Eles ensinam que se você obedecer a uma fórmula, pré-estabelecida, a bênção virá, a felicidade, a paz, a cura. E sempre é uma fórmula alheia às Santas Escrituras. Geralmente a idéia de uma visão que alguém teve, e daí é elaborado o sistema. Elas podem até citar as Escrituras, mas ao acaso, texto fora do contexto, e isso é transformado em pretexto. Compare isso com as grandes confissões de fé e credos do cristianismo. São todos sinopses da Palavra de Deus. Ali é enfatizada a grandeza e extensão da Bíblia. Como é diferente das seitas que apresentam apenas uma fórmula, uma fórmula mágica. (Na igreja: ir a igreja, ou ler a Bíblia, ou orar).

Testemunho pessoal. Outro aspecto que é característico de uma seita é o testemunho pessoal. O que os sectários destas seitas falam é sobre sua vida, o que era e o que são agora. Que eram assim até entrarem para esta "Igreja", o seu problema está resolvido. Não ensinam as doutrinas fundamentais do cristianismo. Enfatizam apenas uma fórmula. Vejam que eles, ao enfatizarem seus testemunhos, começam com eles e terminam com eles, e não com Jesus como Senhor, apesar de citá-Lo.

Apenas o prático. Eles enfatizam apenas o que é prático. Negligenciam a doutrina. Dizem: "Vocês precisam é de algo prático". Na verdade, porém, o que estão querendo dizer é que não é importante a doutrina. Mas não era assim que Paulo fazia na epístola aos Efésios; ele escreve os três primeiros capítulos nos quais a doutrina não é prática, é pura doutrina. E só depois do capítulo quatro é que a torna prática. Ou seja, primeiro o fundamento doutrinário, depois a prática. A ordem inversa é de grande perigo. É o que acontece com essas seitas. Quero aqui realçar o perigo dentro das nossas igrejas. Hoje há uma tendência em se desvalorizar a doutrina. Teologia, doutrina, tudo soa muito intelectual, sofisticado (creio até que em algumas circunstâncias é verdade) e por isso é negligenciado. Há risco de seitas no nosso meio.

Você é que pode fazer. Apesar de falar no Espírito Santo, não se acha que Ele é que vai realizar em nós o que Deus quer. Eles sempre afirmam que é você que pode fazer. Esquecem que é Deus que opera em nós tanto o querer como o efetuar. Daí surgir a jactância, o orgulho, a satisfação própria. Há muita arrogância, pois são eles que conseguem realizar. A mudança foi devido a uma atitude tomada, uma conseqüência do seu esforço próprio. "Eu era assim, mas agora consegui isto..." Não estão entregues à vontade de Deus, mas seus interesses é que prevalecem. Este perigo também está em nossas Igrejas, e os que agem assim estão esquecidos do que disse Paulo: "operai a vossa salvação com temor e tremor" (Fl 2:12). Mas eles dizem "não há nada o que temer". Deus nos livre deste pecado da arrogância. É Deus que opera em nós a mudança. O mérito é dEle!

Fórmula simples. Uma outra característica é que "a fórmula é muito simples". Eles chegam a dizer que é um desperdício estudar tanto as Escrituras, quando eles têm uma fórmula tão simples. As seitas têm todas as características dos remédios dos charlatães e toda a sua propaganda. "Eis aí o remédio que cura todos os males". O pior é que não afirmam apenas que podem resolver todos os problemas, mas que podem resolver com facilidade. Mas não é isto que ensina o apóstolo Paulo quando diz: "em tudo somos atribulados, mas não angustiados, perplexos, mas não desanimados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos..." (2 Co 4:8-9). Podemos ser vitoriosos, é verdade, mas não é fácil. Por isso ele disse também: "Nossa luta não é contra a carne e o sangue..." (Ef 6:12). Temos de lutar contra poderes terríveis. Essa idéia de "fácil" é falsa à luz do Novo Testamento.

Cura e benção imediatamente. Nesta linha de pensamento, outra característica semelhante das seitas é que elas oferecem a CURA, a BÊNÇÃO, "imediatamente". Já notou isso? É o método do "atalho", e por isso conseguem tantos adeptos. Mas o que nos ensina o Novo Testamento é que estamos num mundo difícil, pecaminoso, dominado pelo diabo e seus anjos. Por isso precisamos de toda a armadura de Deus. Precisamos ser fortalecidos "com poder pelo Seu Espírito no homem interior" (Ef 3:16). O homem moderno afirma: "Eu pensava que o cristianismo resolveria todos os meus problemas e endireitaria tudo imediatamente, mas agora me dizem que devo lutar, vigiar, orar, jejuar, suar... Não quero nada disso! Quero algo que solucione rápido o meu problema". As seitas respondem: "Certo, naturalmente". Observem que as seitas não ensinam crescimento na graça e conhecimento de Cristo; não falam em "operai a vossa salvação com tremor e temor" (Fp 2:12). Qualquer coisa que ofereça "atalhos" espirituais não é cristianismo da Bíblia. Mas as seitas perguntam: "O que você está precisando? Qual o seu problema?" E responde: "Venha. Nós podemos ajudá-lo". E oferecem o remédio barato, fácil e rápido. Saúde, cura física, a bênção que soluciona todos os seus problemas. Mas o método do Evangelho é muito diferente. A primeira coisa que o Evangelho oferece é o CONHECIMENTO DE DEUS. Está é a grande mensagem da Bíblia. Por que Cristo veio ao mundo? "Para conduzir-nos a Deus", responde o apóstolo Pedro (1 Pe 3:18). O Evangelho não começa com as minhas dores e penas, minhas necessidades de orientação ou minha aflição. Começa por conhecer a Deus. Este é o objetivo do Cristianismo. "A vida eterna é esta" - qual? Que eu não me aflija mais, ou que fique livre daquilo que me deprime? Não! Mas "que Te conheçam a Ti só, por único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo a quem enviaste" (Jo17:3). Se eu estiver correto com este pensamento, as outras coisas estarão resolvidas. O objetivo do Cristianismo é levar-nos ao conhecimento de Deus e do Senhor Jesus Cristo.

Sem ênfase na santidade. As seitas não mencionam isto e também não falam de santidade. Podem até proibir

muitas coisas nocivas, e dessa forma fabricar fariseus satisfeitos consigo mesmos. Mas a santidade não é algo negativo, e sim positivo - "Sede santos, pois Eu Sou Santo" diz o Senhor (1 Pe 1:16). Não é apenas vitória sobre pecados particulares, mas é de fato ser santo. Eles não enfatizam isso.

Ênfase no agora. Outra coisa que as seitas não falam é sobre a "esperança da glória". O Novo Testamento nos fala da glória vindoura. Mas as seitas se propõem a ajudar as pessoas enquanto elas estiverem neste mundo, sem enfocar o futuro. "VOCÊ", você é que está no centro, eles estão enfatizando a experiência e não falam da glória do Céu, nem do "NOVO CÉU E NOVA TERRA, ONDE HABITA A JUSTIÇA" (2 Pe 3:13).

Enfim, as seitas ficam apenas num estreito círculo no qual o homem está girando, girando e repetindo constantemente a mesma coisa. A "bênção" oferecida pelas seitas é bem diferente do que o Evangelho oferece.

Abomino as seitas. Elas não passam no teste que é a Pessoa de Cristo. Todo movimento ou ensino que não faça do Senhor Jesus Cristo e Sua morte na Cruz e Sua gloriosa ressurreição, uma necessidade absolutamente central, não é cristã e sim manifestação das "astutas ciladas do diabo". Ou seja, qualquer ensino ou movimento que diga que você pode TER esta ou aquela benção sem primeiro CRER no Senhor Jesus Cristo como o Filho de Deus, como Salvador de sua alma e Senhor de sua vida, e que sem Ele você não é nada, é uma negação das Escrituras, do cristianismo. Se o ensino ou movimento (inclui maometano, budista, judeu) lhe oferece a bênção sem que eles reconheçam e confessem que Cristo, e somente Cristo, é o Filho de Deus e que Ele, somente Ele, pode salvar o pecador, porque ele morreu pelos nossos pecados, NÃO É CRISTÃO! Essa bênção fora do Evangelho é negação do Cristianismo e devemos rejeitá-la. Não há acesso a Deus, não há conhecimento de Deus como Salvador e Libertador, exceto por meio de Cristo. As seitas são um insulto a Deus e a Jesus Cristo, e não têm direito de existir. Se você acha que Jesus não é suficiente, e que deve ir após as seitas em busca de ajuda e "bênção" (cura, prosperidade, etc...), você O está negando, você O está insultando. São as astutas ciladas do diabo.

A fé que sustentou, fortaleceu e abençoou os santos no transcurso dos séculos, e que tem resistido a todos os testes que se podem conceber, é suficiente. Você não tem necessidade de seguir alguma idéia nova, moderna, que só passou a existir no século passado, ou neste. VOLTE PARA A VELHA HISTÓRIA, sempre nova e verdadeira. Volte para a fonte e origem de todas as bênçãos; volte para o Deus eterno e Seu Filho, nosso glorioso Salvador, o Senhor Jesus Cristo. E o Espírito entrará em seu ser, e todas as suas necessidades serão supridas.

Fonte: blog do Josemar Bessa. blog Monergismo Calvinista

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Neopentecostalismo:Desserviço ao Evangelho

 
Diversos movimentos pentecostais têm surgido ao longo dos anos. Portanto, é preciso saber distinguir o verdadeiro do falso pentecostalismo. O conhecido movimento denominado neopentecostal surgiu nos meados do século XX. O neopentecostalismo se propôs a dinamizar as práticas litúrgicas, a cristologia, a eclesiologia e a prática hermenêutica. No que diz respeito à prática litúrgica, o neopentecostalismo apresenta um problema dos mais graves. Em seus cultos, as campanhas de cura, prosperidade material, saúde e revelação têm proeminência. A preocupação maior não é a glória de Deus, mas as necessidades humanas focadas por uma ótica hedonista. O slogan das igrejas neopentecostais é: “Você nasceu para vencer”. É uma frase elegante e até estimula nossa vida diária, mas está teologicamente errada. Nós não nascemos para vencer. Nascemos para servir e glorificar a Deus. Nascemos para viver com Deus e para Deus. O alvo da nossa vida como servos do Senhor, deve ser Deus e não nós mesmos, e não nossos projetos pessoais. O crente verdadeiro tem um único projeto: glorificar a Deus em sua vida com sofrimento ou sem sofrimento, com revezes ou sem revezes. Os mártires da igreja se viam a si mesmos como secundários e Deus como o prioritário, por isso glorificaram a Deus em seus sofrimentos. Nos cultos neopentecostais o homem é o foco, é a causa e a razão. O homem é o centro do culto e Deus torna-se servo. A liturgia neopentecostal toma uma direção totalmente horizontal. Um slogan bastante usado pelos líderes neopentecostais é: “Aqui o milagre é coisa natural”. Ora, se é natural não é milagre. Ademais, esses líderes esquecem que o culto deve expressar a natureza espiritual da igreja e seu relacionamento com Deus. A liturgia de um culto deve enfatizar o senhorio de Jesus e não apenas Jesus como provedor de necessidades humanas. O culto neopentecostal é pobre de Bíblia. A Bíblia não é central é periférica. As pregações são cheias de chavões positivos do tipo: “Deus tem uma vitória para você nesta noite”, “O gigante será derrotado nesse culto”, “Use a fé e prospere”.
Enfim, é uma epidemia de confissões positiva e pouquíssima Bíblia. Dificilmente se ouvirá uma mensagem sobre perdão de pecados, a necessidade de arrependimento, vida de renúncia e a volta de Jesus nos púlpitos neopentecostais. Os sermões neopentecostais mostram um Jesus fraco e demônios fortes. Mostram um Jesus que salva, mas não tem poder para encher a vida da pessoa. Tanto isso é verdade que na visão neopentecostal o crente continua de quando em quando sendo possesso de demônios. Há uma supervalorização dos demônios chegando às raias do ridículo: “Comece a se manifestar pomba gira”, “Manifeste-se exu tranca-rua” são frases que saem da boca dos gurus neopentecostais. O clima de um culto neopentecostal é de lavagem cerebral pela técnica de repetição de frases curtas: “Olhe para seu irmão e diga...” Não é um clima de ensino e doutrina. A técnica é de manipulação e de despersonalização. A letra dos cânticos nos cultos neopentecostais expressa uma linguagem mística, e muitas vezes esotérica, sem abordar as verdades fundamentais da teologia cristã. Os grandes temas da fé como a salvação, a cruz, a redenção e a justificação não são mencionados nos cânticos. A realidade é que se espremermos a maioria dos cânticos neopentecostais não dá uma colher de sopa de doutrina. As letras das músicas são guisados de Jacó que trazem malefícios à fé apostólica. Falam de paz e amor para elevar o ego dos ouvintes. Quanto à cristologia constata-se claramente que a pessoa de Jesus se esvanece no neopentecostalismo. O Cristo dos neopentecostais é uma pessoa decorativa, é uma pálida caricatura do Cristo do Novo Testamento, pois o nome de Jesus é mostrado como se fosse uma senha para acessar o site das maravilhas e fazer o download do milagre de que se necessita. O Jesus dos neopentecostais é mostrado não como a segunda pessoa da trindade, mas como um mágico, um talismã, um nome a manipular, um dístico. Tanto isso é verdade que a ênfase teológica do neopentecostalismo não é cristológica, mas pneumatológica, ou seja, a pessoa de Jesus é apagada e a ênfase é dada ao Espírito Santo. Para os pastores neopentecostais, Cristo é o canal para nos trazer o Espírito Santo, quando na verdade é o Espírito Santo quem nos conduz a Cristo e que desvenda a pessoa de Cristo ao fiel. Quando a cristologia é fraca a soberba do homem é grande. A palavra de João Batista “Importa que Ele cresça e que eu diminua” não encontra espaço no neopentecostalismo. Os líderes neopentecostais se vêem como mediadores entre Deus e os homens. Sua palavra supera o valor das Escrituras. Eles disputam espaço com Cristo. Eles gritam: “Eu senti no meu coração e pronto”, ou seja, se sentiu no coração é verdade absoluta. Esquecem esses líderes que não é que nós sentimos em nosso coração, é o que a Bíblia diz. Se sentirmos de uma maneira, e a Bíblia disser de outra, nós é que estamos equivocados, e não a Bíblia. Os crentes antigos oravam assim: “Senhor me esconde atrás da cruz de Cristo”, os líderes neopentecostais trocaram a oração por: “Senhor esconde a cruz de Cristo atrás de mim”. De acordo com as Escrituras o verdadeiro pastor pregar a obra de Jesus, mas os pastores neopentecostais completam a obra de Jesus, ou seja, Jesus só produz efeito na vida de uma pessoa através da “oração forte” que eles fizerem. Só eles têm poder sobre os demônios, só eles têm “a chave da oração forte”. Eles são o Sumo-Sacerdote e Jesus é apenas um ente espiritual. Nesse contexto, Jesus precisa ser reforçado pela “oração forte” de um guru neopentecostal. O neopentecostalismo é maléfico, pois apresenta um Evangelho descorado onde as visões e revelações estrambóticas é o referencial para o crescimento espiritual. Enfim, o neopentecostalismo é um desserviço ao Evangelho.



Autor:  Ir. Marcos Pinheiro

 Fonte: [ Monergismo Calvinista ]

terça-feira, 2 de abril de 2013

A Igreja Católica Romana de Constantino



   A Igreja Católica, como todos sabem, se auto-proclama “Igreja de Cristo”, e a única. Baseiam isso na frase de Cristo de Mateus 16:18 onde Jesus supostamente dá a Pedro o cargo de “papa” (que não existe em lugar nenhum da Bíblia) e ainda declara que a sua Igreja (quando Cristo diz: “Minha Igreja”) é a Igreja Católica. Isso, como podemos ver bem no tópico: “Tu és Pedro... a minha Igreja” (um pouco abaixo no menu à esquerda) é um verdadeiro ultraje bíblico. Pedro NUNCA foi papa, muito menos em Roma...
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Desvendado o mito de que Jesus fundou a Igreja Católica e que Pedro nunca exerceu primado algum em Roma, faz-se cair por terra toda a falsa estória católica, tal como sua suposta “sucessão apostólica”. Mas, então, como surgiu a Igreja Católica? Qual é a sua VERDADEIRA origem???
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Durante os primeiros séculos da era cristã, os seguidores de Cristo foram duramente perseguidos, martirizados, queimados na fogueira, crucificados, lançados para serem devorados por leões e outras feras selvagens. Mas, acima de tudo, continuavam firmes e fiéis no evangelho segundo Jesus Cristo, segundo o qual o apóstolo Paulo e os demais pregaram e os alertavam a não se desviarem do Caminho (Gl.1:8; Cl.1:23; Cl.2:2-5; Cl.2:8; 1Tm.6:3; 1Tm.6:21; 2Tm.4:3,4; Hb.12:9; 2Co.11:2-4). Em 2Coríntios, Paulo alerta a Igreja a não abandonar a devoção pura e sincera a apenas uma pessoa, que é Cristo (2Co.11:2-4). Mas mesmo sendo perseguidos e mortos de tal maneira, os cristãos dos primeiros séculos se sentiam honrados em morrer por aquele que os amou primeiro. Embora fossem minoria e essa minoria fosse duramente reprimida, os cristãos continuavam a crescer mais e mais a cada dia. O amor presente na Igreja Cristã era contagiante demais para os seus inimigos, não havia quem pudesse segurar aquela “onda revolucionária”. Quando Satanás percebeu que perseguir os cristãos não estava dando jeito, decidiu mudar de tática. “Se você não pode com eles, junte-se a eles!"
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Imperador Constantino
O deus sol no catolicismo
Através de decreto do imperador Romano Constantino (adorador do deus Sol invicto), o cristianismo passou a ser a religião oficial do Império Romano. Muitos historiadores dizem ter sido um “golpe político”. Constantino observou que os grupos Cristãos vinham corajo­samente subsistindo apesar da perseguição acirrada que teve início principal­mente na época de Nero. Quanto mais eram perseguidos, mais fortes pareciam ficar. Apesar de não serem maioria. Então era interessante obter o apoio daquele grupo em Roma. E através do Concilio de Nicéia, em 325, o Cristianismo tor­nou-se a religião oficial do Império. Mas quando deixaram de ser perseguidos, quando foi dado todo o aval para que cultuassem ao seu Deus... a coisa começou a ir por água abaixo. Constantino sugeriu, na verdade, uma unificação do Cristianismo com as religiões politeístas da época. Os Templos Pagãos foram modificados convenientemente, mas mantidos. Bem como as suas imagens de escultura, cujos nomes foram apenas modificados. PORQUE A ESSÊNCIA DAQUELE POVO ROMANO NÃO PODERIA SER ASSIM RETIRADA DO DIA PRA NOITE. Mas os Cristãos também tinham que sair contentes do acordo. A solução era um sincretismo com carinha mais Cristã do que pagã! E a partir daí foi só induzir mais e mais ao erro. A raiz da idolatria já existia dentro do Cristi­anismo. Foram, ao longo dos anos, mais de sessenta a setenta alterações das doutrinas bíblicas, acréscimos totalmente anti-bíblicos com o intuito de desviar o verdadeiro cristão da verdade que é Cristo. Abaixo, apenas algumas das alterações que tiraram a Igreja do rumo:

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Ano 304: Os Bispos começam a serem chamados de Papa [Mt. 23:12]. Ano 310: Iniciam as rezas pelos mortos [Dt.18:11]. Ano 320: Começam usar velas nas Igrejas pela primeira vez. Ano 325: Constantino celebra o 1º concílio das Igrejas [com Cristãos e atores]. Ano 381: A Igreja Cristã recebe o nome de "Católica". Ano 394: O culto Cristão é substituído pela Missa. Ano 416: Começam a batizar crianças recém-nascidas. Ano 431: Instituído o culto à Maria, mãe de JESUS. Ano 503: O Purgatório começa a existir. Ano 787: Começaram com o Culto às Imagens. Ano 830: Começaram a usar Ramos e Água Benta. Ano 933: Instituída a Canonização de "Santos". Ano 1184: Inquisição [foi efetivada anos depois]. Ano 1190: Instituem a venda de Indulgência [pagar ($) para perdão dos pecados]. Ano 1200: A Hóstia substitui a Ceia. Ano 1216: Instituída a Confissão. Ano 1546: Os Livros Apócrifos [não inspirados por DEUS] foram introduzidos na Bíblia. Ano 1854: Dogma da Imaculada Conceição. Ano 1870: Infalibilidade Papal. Ano 1950: Assunção de Maria. Existem mais coisas que foram inventadas ao longo dos tempos, isso se cumpre quando a Bíblia diz: Salmos 42:7 "Um Abismo chama outro Abismo".
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Constantino permitiu, e mesmo promoveu a “cristianização” de crenças pagãs. Crenças completamente pagãs e totalmente não-bíblicas ganharam nova identidade “cristã”. Seguem-se alguns claros exemplos disso:
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1- O Culto a Ísis, deusa-mãe do Egito e esta religião, foram absorvidas no Cristianismo, substituindo-se Ísis por Maria. Muitos dos títulos que eram usados para Ísis, como “Rainha dos céus”, “Mãe de Deus” e “theotokos” (a que carregou a Deus) foram ligados a Maria. A Maria foi dado um papel exaltado na fé cristã, muito além do que a Bíblia a ela atribui, com o fim de atrair os adoradores de Ísis para uma fé que, de outra forma, não abraçariam. Na verdade, muitos templos a Ísis foram convertidos em templos dedicados a Maria. A primeira indicação clara da Mariologia Católica ocorre nos escritos de Origen, que viveu em Alexandria, Egito, que por acaso era o lugar principal da adoração a Ísis.
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2- O Mitraísmo foi uma religião no Império Romano do 1º ao 5º século d.C. Muito popular entre os romanos, em particular entre os soldados, e possivelmente a religião de vários imperadores romanos. Mesmo que jamais tenha sido dado ao Mitraísmo um status “oficial” no Império Romano, foi de fato religião oficial até que Constantino e imperadores romanos que o sucederam substituíram o Mitraísmo pelo Cristianismo. Uma das principais características do Mitraísmo era a refeição sacrificial, que envolvia comer a carne e beber o sangue de um touro. Mitras, o deus do Mitraismo, estava “presente” na carne e no sangue do touro, e quando consumido, concedia salvação àqueles que tomavam parte da refeição sacrificial (teofagia, comer o próprio deus). O Mitraísmo também possuía sete “sacramentos”; que foram difundidos através do Catolicismo e estão vivos até hoje.
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3- Constantino e seus sucessores encontraram um substituto fácil para a refeição sacrificial do Mitraísmo no conceito da Ceia do Senhor/Comunhão Cristã. Infelizmente, alguns cristãos primitivos já haviam ligado o misticismo à Ceia do Senhor, rejeitando o conceito bíblico de uma simples e adorativa rememoração da morte e sangue derramado de Cristo. (" Fazei isto em memória de mim. ") A romanização da Ceia do Senhor completou a transição para a consumação sacrificial de Jesus Cristo, agora conhecida como a Missa Católica/Eucaristia. Um ato folclórico e não cristão.
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4- A maioria dos imperadores romanos (e cidadãos) era henoteísta. Um henoteísta é alguém que crê na existência de muitos deuses, mas dá atenção especial a um deus em particular, ou considera um deus em particular como supremo e acima dos outros deuses, como no politeísmo. Por exemplo, o deus romano Júpiter era supremo acima do panteão romano de deuses. Os marinheiros romanos eram freqüentemente adoradores de Netuno, o deus dos oceanos. QUANDO A IGREJA CATÓLICA ABSORVEU O PAGANISMO ROMANO, ELA SIMPLESMENTE SUBSTITUIU O PANTEÃO DE DEUSES PELOS SANTOS. Assim como no panteão romano de deuses havia um deus do amor, um deus da paz, um deus da guerra, um deus da força, um deus da sabedoria, etc, da mesma forma, na Igreja Católica havia um santo “responsável” por cada uma destas coisas, e muitas outras categorias. Assim como muitas cidades romanas tinham um deus específico para ela, também a Igreja Católica providenciou “santos padroeiros” para as cidades. Ao invés de combater o sistema politeísta, se prostituiu.
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5- A supremacia do bispo romano (o papado) foi criada com o apoio de imperadores romanos. Com a cidade de Roma sendo o centro do governo para o Império Romano, e com os imperadores romanos vivendo em Roma, a cidade de Roma alcançou proeminência em todos os aspectos da vida. Constantino e seus sucessores deram apoio ao bispo de Roma como governante supremo da Igreja. Logicamente é o melhor para a unidade do Império Romano que o governo e estado religioso sejam centralizados no mesmo lugar. Mesmo a maioria de outros bispos (e cristãos) resistindo à idéia da supremacia do bispo romano, o bispo romano ascendeu à supremacia, por causa do poder e influência dos imperadores romanos. Quando houve a queda do Império Romano, os papas tomaram para si o título que anteriormente pertencia aos imperadores romanos - Máximo Pontífice.
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Esta foi a nova identidade “cristã”.
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A origem da Igreja Católica é a trágica mistura de Cristianismo com religiões pagãs que o cercavam. Ao invés de proclamar o Evangelho e converter os pagãos, a Igreja Católica “cristianizou” as religiões pagãs e “paganizou” o Cristianismo. Embaçando as diferenças e apagando as distinções, sim, a Igreja Católica se fez atraente às pessoas do Império Romano. O resultado foi que a Igreja Católica se tornou a religião suprema no “mundo romano” por séculos.
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II Timóteo 4:3-4 declara: “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas."



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Por: Lucas Banzoli.

domingo, 31 de março de 2013

A necessidade de uma reforma pentecostal no Brasil


                      

   É bem verdade que no meio cristão pentecostal  há muitos picaretas,dos quais,fomos avisados que estariam no nosso meio.

" E por avareza farão negócios no meio de vós com palavras fingidas;sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença,e sua perdição não dormita."(2 Pedro2.3)
E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.
2 Pedro 2:3E
E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.
2 Pedro 2:3

   Aproveitadores que se utilizam das escrituras com textos isolados para justificarem a sua relação com o desejo de enriquecer,por conta disso, todos os pastores são chamados de ladrões e os membros de trouxas de forma generalizada principalmente pelos ditos reformadores protestantes que dizem que nós, pentecostais, não lemos a bíblia.Mas não é bem assim,estamos de olhos bem abertos pregando a verdade e para quem não sabe,muitos de nos somos excluídos do púlpito em nossas Igrejas e não conseguimos adentrar no ministério, simplesmente, porque não concordamos com exploração da igreja.
O fato de eles estarem no nosso meio não quer dizer que compactuamos com sua ganancia,estamos com nossa consciência limpa sabendo que a perdição deles não dormita.

por Thiago Ferreira 


 
The need for reform in Brazil Pentecostal
 
   It is true that in the Christian Pentecostal many picks, of which we were warned that they would be in our midst.
 

"And through covetousness will exploit you with deceptive words; over which now of a long time will not be delayed sentencing, and their damnation does not slumber."
(2 Peter 2:3)

    Profiteers who use the scriptures with isolated texts to justify their relationship with the desire to become rich, because of that, all pastors are called thieves and members of Muggles widely mainly through such Protestant reformers who say the Pentecostals , do not read the bíblia.Mas not quite, we're wide-eyed preaching the truth and for those who do not know, many of us are excluded from the pulpit in our churches and unable to enter the ministry, simply because we do not agree with exploration church.
The fact that they are among us does not mean that compactuamos with their greed, we are with our clean conscience knowing that their damnation does not slumber.

by Thiago Ferreira

A História da Páscoa



Fonte:Comunidade do Redentor / Igreja Luterana

A mensagem da Páscoa e seu real sentido!